Olá pessoal, há muito tempo não escrevo por aqui e nesse tempo alguns livros passaram pela minha cabeceira. Hoje vou falar do livro que estou lendo no momento, depois, com calma falo dos que li nos últimos meses.
Heróis e Vilões é um livro que trata da vida de seis grandes guerreiros da história (nas palavras do autor). São eles: Espártaco – o gladiador que deixou Roma de Joelhos; Átila, o Huno – o guerreiro mafioso; Ricardo Coração de Leão – o maior rei-guerreiro da Inglaterra; Cortez – o conquistador renegado; Tokugawa Ieyasu – o lendário Xogun do Japão, e Napoleão – o mestre tático e gênio militar. No momento estou na parte que fala de Tokugawa Ieyasu.
O livro faz, além da análise histórica, uma análise psicológica dos personagens, tentando mostrar não somente os ambientes nos quais suas histórias se desenrolaram, mas também os conflitos pelos quais os personagens passaram (em alguns casos, por falta de informação confiável, devem ter passado). As questões dúbias são apontadas pelo autor e suas opiniões são bem fundamentadas dando ao leitor uma segurança acerca das informações que recebe.
O único “porém” que vejo é a tradução que em alguns casos traz ao texto erros de português e de concordância que a obra não merecia. Não vou falar dos personagens, pois o livro e a internet estão à disposição de todos.
Minha opinião final? Leiam o livro.
Um Abraço a todos.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Shakespeare and Company - Uma livraria na Paris do entre-guerras - Sylvia Beach
"Shakespeare and Company - Uma livraria na Paris do entre-guerras" é um livrão. Não no tamanho mas no conteudo. O livro trata da primeira versão da livraria Shakespeare and Company, da qual já falei aqui quando escrevi sobre "Um livro por dia - Jeremy Spencer" e sobre o Sr. George Whitman.
A diferença entre os dois livros é brutal, e entre as duas versões da livraria também. As épocas eram outras, o publico das livrarias também. Se na segunda versão, descrita por Jeremy Spencer, a livraria é ocupada por escritores iniciantes ou velhos escritores sem teto, na primeira versão, de Sylvia Beach a livraria é praticamente a casa dos maiores escritores de lingua inglesa (apesar de na época também serem iniciantes). A S&C retratada por Jeremy Spencer é uma espécia de albergue literário já a S&C de Sylvia Beach é uma livraria inglesa que por uma única vez virou editora de livros (foi ela a responsável pela publicação de Ulysses de James Joyce, que é considerado uma das maiores Obras Primas da literatura inglesa).
O livro, uma auto-biografia da proprietaria da livraria, se confunde as vezes com uma biografia da livraria em si, já que a vida das duas parece ser uma coisa só. O livro é fenomenal e vale muito a pena por mostrar, além da historia da livraria, uma visão de Paris no período que vai do fim da primeira ao inicio da Segunda Grande Guerra.
Mostra também os devaneios de James Joyce antes, durante e depois da publicação de Ulysses. Um escritor perdulário que gastava tudo o que ganhava com os livros nos cafés parisienses e que, não fosse os esforços da escritora e de um grupo de amigos, teria morrido de fome em Paris.
Vale a pena ler. E ponto final.
Um Abraço a todos.
A diferença entre os dois livros é brutal, e entre as duas versões da livraria também. As épocas eram outras, o publico das livrarias também. Se na segunda versão, descrita por Jeremy Spencer, a livraria é ocupada por escritores iniciantes ou velhos escritores sem teto, na primeira versão, de Sylvia Beach a livraria é praticamente a casa dos maiores escritores de lingua inglesa (apesar de na época também serem iniciantes). A S&C retratada por Jeremy Spencer é uma espécia de albergue literário já a S&C de Sylvia Beach é uma livraria inglesa que por uma única vez virou editora de livros (foi ela a responsável pela publicação de Ulysses de James Joyce, que é considerado uma das maiores Obras Primas da literatura inglesa).
O livro, uma auto-biografia da proprietaria da livraria, se confunde as vezes com uma biografia da livraria em si, já que a vida das duas parece ser uma coisa só. O livro é fenomenal e vale muito a pena por mostrar, além da historia da livraria, uma visão de Paris no período que vai do fim da primeira ao inicio da Segunda Grande Guerra.
Mostra também os devaneios de James Joyce antes, durante e depois da publicação de Ulysses. Um escritor perdulário que gastava tudo o que ganhava com os livros nos cafés parisienses e que, não fosse os esforços da escritora e de um grupo de amigos, teria morrido de fome em Paris.
Vale a pena ler. E ponto final.
Um Abraço a todos.
sábado, 10 de janeiro de 2009
O Viajante - Europa
Bom, primeiro vamos revelar uma mentira contada. Não estou lendo devidamente o livro O Guia Criantivo para o Viajante Independente na Europa. A Nanda está lendo. Pra quem não sabe a Fernanda é a mulher que eu amo e que divide os dias comigo...
Pois é, não tenho saco para guia de viagens mas é o que que tenho lido aos trancos e barrancos... além dos sites na internet sobre a Europa. Estamos de partida, ficaremos durante um mês e depois voltamos para casa. Mochila nas costas, passe de trem no bolso e seja o que Deus quiser!
Nesse tempo pretendo usar este espaço para contar histórias vividas e mandar informações para a família. Como não tenho muitos leitores, a coisa fica entre família mesmo.
A boa notícia pra que já visitou o blog antes é que vou conhecer a Shakespeare & Company. Pra quem não sabe o que é, leia os textos sobre o Sr. George Whitman. É sem dúvida um dos pontos mais esperados da viagem.
Bom, é isso. Depois volto a falar mais.
Pois é, não tenho saco para guia de viagens mas é o que que tenho lido aos trancos e barrancos... além dos sites na internet sobre a Europa. Estamos de partida, ficaremos durante um mês e depois voltamos para casa. Mochila nas costas, passe de trem no bolso e seja o que Deus quiser!
Nesse tempo pretendo usar este espaço para contar histórias vividas e mandar informações para a família. Como não tenho muitos leitores, a coisa fica entre família mesmo.
A boa notícia pra que já visitou o blog antes é que vou conhecer a Shakespeare & Company. Pra quem não sabe o que é, leia os textos sobre o Sr. George Whitman. É sem dúvida um dos pontos mais esperados da viagem.
Bom, é isso. Depois volto a falar mais.
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